Monday

Conceitos Básicos

Comunismo
Segundo a definição de Lenine, o «comunismo é a fase superior do desenvolvi­mento do socialismo, quando os homens traba­lham por necessidade de trabalhar para o bem comum». O comunismo atingir-se-á quando desaparecerem por completo as classes sociais e, como afirma Karl Marx, «quando tiver desa­parecido a subordinação escravizadora dos indi­víduos à divisão do trabalho».
Até ao presente não houve ainda nenhuma sociedade que tivesse atingido essa fase.

Marxismo-Leninismo
Interpretação do marxismo por Lenine e, a partir de 1917, a sua aplicação à realidade da Rússia, com a instauração da dita­dura do proletariado, representado pelo Partido Comunista, e a transformação da Rússia em União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (U.R.S.S.).

Ditadura do Proletariado
Segundo os seguidores do marxismo-leninismo, é a forma assumida pelo Estado no período de transição entre a sociedade capitalista e o comunismo.
Marx e Engels, no «Manifesto do Partido Comunista» (1848), esboçam o conceito de ditadura do proletariado nestes termos: «O primeiro passo na revolução operária é a transformação do proletariado em classe dominante, a con­quista da democracia. O proletariado utilizará o seu domínio político para arrancar gradual­mente à burguesia todo o capital, para centrali­zar todos os instrumentos de produção nas mãos do Estado...».

Bolchevique (do russo bolchevik, que significa maio­ria)
A maioria que, depois da revolução de Outubro de 1917, na Rússia, dominou o partido social-democrata (socialista) que dirigia o país no sentido mais revolucionário (da ditadura do proletariado) propugnado por Lenine. Daí o chamar-se bolcheviks (bolchevistas) aos socia­listas-comunistas leninistas, seguidamente a todos os comunistas, e bolchevismo passar a sinónimo de comunismo. (Por oposição desig­navam-se mencheviques os elementos mais moderados do partido, mas que constituíam a minoria.)

Nacionalização
Transferência forçada, mas legal, da propriedade de empresas privadas, que passam a constituir empresas públicas, mediante (ou não) indemnização. É uma providência de carácter socialista ou socializante.

Petição ao czar

Senhor! Nós, operários de Sampeters­burgo, as nossas mulheres, filhos e anciãos inválidos, viemos aqui ( em frente ao palácio do czar) a fim de pedir justiça e protecção. Esta­mos na miséria, sobrecarregados de trabalho e de impostos excessivos, tratados como escravos (...)
Os patrões consideram ilegal o nosso desejo de diminuir o horário de trabalho para oito horas diárias, de ajustar os salários, de melhorar as condições de trabalho. Segundo os patrões, tudo é ilegal e as nossas petições um crime.
(Petições dirigidas ao czar, 22 de Janeiro de 1905)




Saturday


Boas Festas!

Friday

Dificuldades da 1ª República



Géneros alimentícios que um carpinteiro podia comprar com o salário de um dia caso o gastasse exclusivamente em alimentação.

INSTABILIDADE E DEBILIDADES DA REPÚBLICA

Carestia de vida

A 14 de Maio de 1917 iniciaram­-se, por toda a cidade, os assaltos a mercearias e armazéns em que houvesse qualquer coisa para co­mer (…) Proclama-se, então, o estado de sítio, mas isso não evita que, durante três dias estoirem bombas, se levantem barricadas e campeie a desordem, o roubo e o assassinato. (1)
Durante a República, a política interna não melhorou. O meu par­tido (Democrático) já não se man­tinha fiel às regras da economia e do equilíbrio do orçamento, que inaugurara e defendera comigo, antes e no decorrer da República.
Outros factos ainda enfraquece­ram os governos republicanos nos anos vinte: a greve dos Correios e do Telégrafo, o amotinamento dos oficiais aviadores, os decretos relativos às dívidas do Estado.(2)

(1) Teófilo Duarte, Sidónio Pais e o seu Consulado
(2) Afonso Costa, Diário Íntimo

OS REPUBLICANOS E O ENSINO




"Faça-se uma estatística séria e ela nos dirá, por colunas de algaris­mos, quanto é grande e triste a ignorância das populações da nos­sa terra. (...) A República deve sen­tir quanto é difícil dirigir um po­vo neste estado tão rudimentar e primitivo. " (1)
"O Governo decretou a criação de novas escolas primárias; mas como as despesas ficaram a car­go dos municípios, que não têm capitais para tanto, os decretos ficaram sem efectivação prática. O mesmo sucede com o ensino secundário. (…) O ensino supe­rior está mais desorganizado do que nunca, mercê de reformas fei­tas à pressa e do desinteresse de uma juventude indisciplinada. Res­ta, para que alguma coisa mude, a boa vontade dos professores." (2)
"Democratizar a escola é tirar o exclusivo do acesso às altas car­reiras universitárias aos filhos dos ricos, é sobretudo facilitar esse acesso aos filhos dos pobres que nasceram com talento." (3)

(1) O Ocidente, nº 1159, de 1911 (art. João Prudêncio)
(2) Léon Poinsard, Portugal Ignorado, 1912
(3) António Sérgio, Antologia I, 1924

Thursday

A Crise do Regime Monárquico


Esta é uma caricatura de 1905 representando as dificuldades da monarquia. Num jogo de futebol( desporto que então começava a tornar-se popular) a bola representa o nosso rei D. Carlos. O jogo é entre o Partido Republicano(vermelho e verde e barrete frígio na cabeça) e os outros partidos monárquicos. Ao fundo, o Zé Povinho, figura criada pelo genial Rafael Bordalo Pinheiro, agurada o resultado.

Esquema Conceptual

Sunday

1ª Guerra Mundial

1914 - 1918




Antecedentes:


• Disputas coloniais em África por matérias primas decorrentes do processo de industrialização

• Disputas por mercados consumidores (rivalidades económicas e imperialistas)

• Belicismo (corrida aos armamentos)

• Questão Franco-Alemã

• Questão dos Balcãs

• Política de alianças

• Assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando

Saturday

Política de Alianças

Blocos envolvidos










- Tríplice Aliança- Alemanha, Áustria-Hungria, Itália


- Tríplice Entente- Inglaterra, França, Rússia

Monday

A Torre Eiffel


Construída para a Exposição Mundial de Paris de 1889, simbolizava o espírito optimista e o triunfo tecnológico e civilizacional da França e dos europeus.

Sunday

Do capitalismo ao Imperialismo

O capitalismo moderno começa com a Revolução Industrial e as chamadas revoluções "burguesas", nomeadamente a Independência dos EUA e a Revolução Francesa .
Na 2ª metade do século XIX novos sectores industriais viriam dar mais um impulso ao processo produtivo: as indústrias quími­cas e as metalúrgicas. A aplicação de novas fontes de energia (a electricidade e o petróleo) à produção e aos transportes possibili­tou uma enorme rapidez no fabrico e distribuição dos produtos.
A ligação da indústria com o comércio, fortalecida pelos novos meios de financiamento e de pagamento e assente nas dou­trinas do liberalismo económico, deu origem ao capitalismo industrial e financeiro. A corrida a África, por parte das potencias industrializadas, ia começar.

Sunday

Kim Phuc - 1972

A tragédia de Kim Phuc e da sua aldeia foi também registada em vídeo

"A guerra é um massacre de homens que não se conhecem em benefício de outros que se conhecem mas não se massacram."( Paul Valéry )

Monday

Apoio às Aprendizagens



História

Teste Intermédio
Actividades On-Line



História - Teste Intermédio

O que deves saber:

Os Gregos no século V a. C




1. Localizar no espaço e no tempo a Grécia Antiga .

2. Descrever as condições naturais da Península Balcânica.

3. Explicar as vagas de emigração dos gregos

4.Explicar a origem da formação de cidades - estado nesta região.

5. Localizar as zonas de expansão grega.

6. Reconhecer no mar Mediterrâneo um elemento unificador do mundo grego.
   
7. Caracterizar a pólis (cidade - estado).

8. Identificar as principais actividades económicas da cidade de Atenas.

9. Explicar em que consistia o regime democrático de Atenas (século V a.C.).

10. Distinguir as principais instituições e órgãos democráticos.

11. Caracterizar a sociedade ateniense do século V a.C.

12. Explicar as limitações da Democracia ateniense.

13. Avaliar a importância da Educação, dos Jogos, e do Teatro na formação dos jovens.

14. Conhecer e caracterizar as crenças, os deuses e as manifestações religiosas dos gregos.

15. Identificar as principais áreas e respectivas personalidades do saber helénico.

16. Caracterizar a arte grega

17. Identificar as principais obras da escultura grega e respectivos artistas

18. Reconhecer na arte grega “uma arte à medida do Homem”.

19. Compreender conceitos: democracia, cidadania, democracia directa, período clássico, classissismo



Materiais

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História - Teste Intermédio

O Mundo Romano no Apogeu do Império




1. Explicar a formação do Império Romano.
   
2. Conhecer as diferentes etapas da expansão romana

3. Conhecer os limites do Império no máximo da sua extensão

4. Avaliar o papel da Língua, do Direito, da Administração e do Exército na unificação e na integração dos
    povos dominados no império.

5. Conhecer e caracterizar sumariamente os diferentes regimes políticos que moldaram a civilização romana.

6. Reconhecer o carácter mercantil e monetário da economia romana.

7. Caracterizar a sociedade romana.

8. Conhecer as principais diferenças entre a República e o Império

9. Caracterizar o regime imperial.

10. Reconhecer o Direito e o Urbanismo como criações  originais da Civilização Romana.

11. Destacar o contributo da civilização romana para a Península Ibérica e conhecer a sua herança.

12. Avaliar o contributo dos Romanos para o mundo actual.

13. Dominar conceitos: República, Império, Imperialismo, Romanização, Esclavagismo, município, SPQR,
      Direito, Urbanismo


Materiais




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História - Teste Intermédio

Origem e difusão do cristianismo


1. Descrever o contexto histórico em que surgiu o Cristianismo na Palestina.

2. Destacar o seu carácter inovador nos domínios ético e religioso.

3. Justificar a rápida propagação do Cristianismo pelo Império.

4. Reconhecer a permanência de valores de origem cristã no mundo contemporâneo
 
Materiais

Thursday

Keep on Rocking in a Free World


Uma grande cover de uma bem esgalhada rockalhada do velhinho Neil Young .
O original pode ser encontrado aqui http://www.youtube.com/watch?v=doX6_GKAJ4E&feature=related

Monday

As Vinhas da Ira






"Este era um país de gigantes. Onde se meteram? Não se pode defender um país com um conjunto de administradores. Para isso é preciso homens. Onde estão? Encontrem-me dez americanos capazes e encorpados que não tenham medo de ter uma convicção, uma ideia num campo impopular e eu terei encontrado a maior parte de um exército pronto a lutar."


As Vinhas da Ira é o título de um belíssimo, comovente e humano livro de Jonh Steinbeck (1902-1968) que conta a história de uma família de migrantes em tempos de provação e angústia como o foram os que se seguiram ao crash da bolsa de Nova Iorque, em Outubro de 1929. O livro foi também adaptado ao cinema. Steinbeck viria a ser galardoado com o prémio Nobel da literatura em 1962.

http://static.publico.clix.pt/docs/cmf/autores/johnSteinbeck/amanha.htm

Sunday

Crise_1929

Mother Migrant







Fotografias de Dorothea Lange, em Março de 1936, Califórnia



Dorothea Lange foi uma extraordinária fotógrafa que, com uma máquina nas mãos, percorreu os EUA  fotografando a tristeza nos rostos e a angústia nas almas dos homens e das mulheres que viveram os tempos da Grande Depressão. Tirou milhares de fotografias que são um fantástico "livro de História" onde podes ver , pelos seus olhos, a dureza e a desesperança que se abateu sobre quase todos naquela época. Além de uma extraordinária artista era também uma alma sensível ao sofrimento e desgraça alheias.

Faz uma pesquisa no google sobre Dorothea Lange e fica a conhecer melhor a década de 30 do séc passado.

Saturday

A prosperidade dos anos 20

Revista Life (1927)Para os americanos, a vida corria sem preocupações


Uma vez ultrapassadas as dificuldades da Primeira Guerra Mundial e vencida a crise económica do princípio da década, alastrou no mundo desenvolvido uma onda de optimismo e confiança no futuro. Principalmente a sociedade americana, onde o desenvolvimento económico tinha conduzido à elevação do nível de vida de largas camadas da população, parecia ter entrado numa nova era de felicidade. Subsistiam, contudo, desigualdades gritantes na sociedade americana. Por exemplo, os negros tinham os empregos mais desclassificados e pior remunerados, estavam privados de direitos políticos e viviam num regime de segregação: frequentavam escolas distintas dos brancos, tinham zonas próprias nos transportes públicos e salas de espectáculo, estava-lhes vedada a entrada em muitos estabelecimentos comerciais.
Apesar disso, o clima geral era de euforia:

. Cresciam os lucros das empresas.
. Ao lado das grandes fortunas, também as classes médias investiam as suas poupanças na bolsa.
. Os bancos ofereciam crédito aos consumidores é aos investidores.
Os Americanos acreditavam na força da sua economia e uma era de crescimento e prosperidade ilimitadas parecia estender-se pelo horizonte. Dois anos, depois o mundo iria perceber que nada é garantido.

Crise Financeira



LIberalismo ou intervencionismo?




Durante gerações, os governos basearam-se na teoria do equilíbrio natural das forças económicas. Segundo essa teo­ria, se se deixarem as forças económicas funcionar livremente entre si, como aconteceu até agora, elas acabarão por chegar a um equilíbrio. A verdade, porém, é que, enquanto isso não sucede, teremos metade do País mendigando nas ruas e reduzido à fome mais terrível. [...] A intervenção do Estado, tornando-se o motor da economia, pode ser a forma de impedir as perdas em vidas humanas, em saúde e em bem­-estar.

New York Times, 29 de Outubro de 1933.

A Mundialização da Crise





Em Outubro de 1929, após uma dé­cada de grande crescimento econó­mico, rebentou na Bolsa de Nova lorque uma grave crise financeira. Até 1933, todos os sectores de pro­dução foram atingidos, o que origi­nou enormes vagas de desemprego.
Em resultado da preponderância ameri­cana na economia capitalista, a Grande Depressão alastrou praticamente a todo o mundo. A produção e os preços caíram, o marasmo agrícola acentuou-se, o comércio internacional quebrou. Por toda a parte, genera­lizaram-se o desemprego e a miséria. Então, numa tentativa de ultrapassar a Grande Depressão, os gover­nos intervieram na economia. De todos os programas postos em prática, destacou-se o do presidente americano Roosevelt,o "New Deal".

New Deal



O New Deal concretizou-se sobretudo nas seguintes medidas:
Lançamento de grandes obras públicas - barragens, estradas, pontes, hospitais, escolas - criando assim novos postos de trabalho e garantindo encomendas às empresas fornecedoras.
Atribuição de subsídios aos agricultores que diminuíssem a produção, de forma a fazer com que subissem os preços dos produtos da terra.

Estabelecimento de um rigoroso controlo sobre a actividade dos bancos, para impedir a especulação.

Promulgação da Lei de Recuperação da Indústria Nacional, atenuando a concorrência entre as empresas do mesmo sector, aumentando os salários ao mesmo tempo que diminuía a jornada de trabalho, o que teve como efeito o aumento do consumo e do número de postos de trabalho.





A presidência de Roosevelt caracterizou-se ainda por

- avanços importantes no domínio dos direitos sociais, como a fixação do horário máximo de trabalho em 44 horas, o restabelecimento do direito à greve, o reconhecimento do direito dos sindicatos a negociar os contratos de trabalho, a criação do salário mínimo
- fundação de um sistema de segurança social alargado
que garantia a protecção na velhice e em caso de desemprego ou invalidez criando-se assim o Welfare State ou Estado de Bem Estar e que na uropa ficou conhecido por Estado-Providência.

Síntese Esquemática


Quando a Europa retomava a prosperidade, interrompida pela Primeira Guerra Mundial e as dificuldades que se lhe seguiram, sofreu os efeitos da violenta crise que se abateu sobre a economia mundial. As crises económicas do sistema capitalista não eram desconhecidas, mas nunca como nos anos 30 as suas consequências foram tão devastadoras. Os seus primeiros sintomas registaram-se nos Estados Unidos e foi a amplitude que atingiu nesse país que, comunicando-se ao resto do mundo, levou à paralisia do comércio mundial, à quebra da produção e à agudização dos conflitos sociais e políticos numa Europa ainda mal refeita do desastre humano e económico que tinha sido a Primeira Guerra.
Ficaram então patentes as fragilidades das democracias liberais: em primeiro lugar, porque não foram capazes de impedir ou mesmo limitar os efeitos da crise económica; em segundo lugar, porque, em muitos casos, não conseguiram resistir às forças antidemocráticas que no seu seio acabaram por impor regimes ditatoriais.
Nos países em que se mantiveram as instituições democráticas existiu também uma reformulação do papel do Estado que passou a assumir maiores responsabilidades na definição e condução da vida económica, face à incapacidade das empresas de, por si sós, promoverem o relançamento da economia. Na União Soviética, onde nos anos 30 o Estado era senhor de toda a produção reduzindo quase a zero a iniciativa privada, os efeitos da crise foram praticamente nulos dada a sua fraca integração na economia mundial, registando-se até um assinalável crescimento da produção industrial. Mas aí acabou-se por se instalar também uma ditadura que, em nome do proletariado, reprimiu ferozmente todas as suspeitas de oposição. Foi neste quadro de fortes clivagens ideológicas e políticas e de crise económica que se desenvolveram as forças, à cabeça das quais se encontram as políticas agressivas e imperialistas dos Estados fascistas, que conduziram à Segunda Guerra Mundial.

Um dos principais factores que contribuíram para a Grande Depressão económica de 1929 foi a crise de superprodução, que provocou um desequilíbrio entre a oferta e a procura e uma crescente especulação bolsista.

A crise foi desencadeada em Outubro de 1929, pelo crash da Bolsa de Valores de Nova Iorque. A crise financeira levou a uma crise económica: falência de bancos, falência de empresas, aumento do desemprego, redução do poder compra, diminuição do consumo, aumento dos stocks de mercadorias e baixa de preços.

A crise de 1929 iniciou-se nos EUA, mas rapidamente tornou-se mundial devido à dependência que as economias dos países europeus e das c6lbn;ias europeias de África, América Latina, Ásia e Oceânia tinham face aos Estados Unidos.

Para ultrapassar a crise, o Governo do presidente Roosevelt pôs em prática o New Deal, uma política económica intervencionista e proteccionista, cujos principais objectivos eram: relançar o consumo, controlar a produção e diminuir o desemprego.

Na Europa, países como a Grã-Bretanha e a França também adoptaram políticas democráticas de intervenção do Estado na economia, aplicando legislação proteccionista de carácter económico e social, regulamentando produção e concedendo subsídios.